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Post Reply Um dia serão adicionados animes como Inuyasha?
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Posted 1/13/18 , edited 1/13/18
Oi, estou experimentando o crunchyroll premium e estou gostando muito, irei assinar depois dos dias grátis, mas gostaria de saber se um dia será adiconado animes como inuyasha, cavaleiros do zodíaco clássico, uns animes populares e não tão novos, tem bastante animes faltando que deveriam ter também como mirai nikki, death note, bakuman, soul eater, e muitos shoujos bem populares também, obrigado.
Redator de Notícias
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30 / M / Rio de Janeiro
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Posted 1/13/18 , edited 2/13/18
Olá.

O foco da Crunchyroll é na exibição de animes que estão sendo lançados atualmente no Japão, então as chances de séries antigas serem adicionadas não são muito grandes. Das que você comentou, Cavaleiros do Zodíaco está completo no site, tem quase todas as sagas, exceto Lost Canvas.

http://www.crunchyroll.com/saint-seiya
http://www.crunchyroll.com/saint-seiya-hades
http://www.crunchyroll.com/saint-seiya-omega
http://www.crunchyroll.com/saint-seiya-soul-of-gold

Fique atento nas notícias pois sempre tem vários animes novos sendo adicionados em início de temporada. Não serão "todos" os animes que você poderá ver por aqui, pois existem outras empresas como Netflix, Amazon e Hidive, licenciando animes no Brasil também, mas a CR sempre fica com a maior parte.

Na temporada atual por exemplo, a CR tem mais de 30 animes novos, fora outros 16 que continuaram de temporadas anteriores, ou seja no total são 47 títulos de transmissão simultânea.
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22 / M
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Posted 1/15/18 , edited 1/15/18
Aproveitando a pergunta...
Há a possibilidade, de assim como ocorre com a Netflix, animes serem posteriormente excluídos do site?
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Posted 1/15/18 , edited 2/2/18

Higuri wrote:

Aproveitando a pergunta...
Há a possibilidade, de assim como ocorre com a Netflix, animes serem posteriormente excluídos do site?


É bastante raro, mas pode acontecer. Strike the Blood e Sekai de Ichiban Tsuyoku Naritai por exemplo, foram excluídos ano passado.
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22 / M
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Posted 1/15/18 , edited 1/15/18

BronzeSaint wrote:


Higuri wrote:

Aproveitando a pergunta...
Há a possibilidade, de assim como ocorre com a Netflix, animes serem posteriormente excluídos do site?


É bastante raro, mas pode acontecer. Strike the Blood e Sekai de Ichiban Tsuyoku Naritai por exemplo, foram excluídos ano passado.


Que bad. O jeito é assistir o máximo de anime possível do acervo velho.
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21 / M
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Posted 2/2/18 , edited 2/2/18

BronzeSaint wrote:


Higuri wrote:

Aproveitando a pergunta...
Há a possibilidade, de assim como ocorre com a Netflix, animes serem posteriormente excluídos do site?


É bastante raro, mas pode acontecer. Strike the Blood e Sekai de Ichiban Tsuyoku Naritai por exemplo, foram excluídos ano passado.


E Angel Beats!, não está mais licenciado no Brasil.

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23 / M / Brasil
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Posted 2/2/18 , edited 2/3/18


Angel Beats! nunca esteve licenciado no Brasil
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21 / M
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Posted 2/2/18 , edited 2/3/18

Leorosado15 wrote:



Angel Beats! nunca esteve licenciado no Brasil


my bad então, mas jurei que tinha visto na CR, não é possível.

ZAYNY 
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20 / M
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Posted 2/3/18 , edited 2/3/18
queria muito que tivesse inuyasha <3
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43 / M
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Posted 2/6/18 , edited 2/7/18

portugassis2 wrote:
O foco da Crunchyroll é na exibição de animes que estão sendo lançados atualmente no Japão, então as chances de séries antigas serem adicionadas não são muito grandes.
no brasil né? pois nos eua e europa sempre tem algo de catalogo
Redator de Notícias
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43 / M
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Posted 2/6/18 , edited 2/6/18
Sim raulchaser, como veterano na Crunchyroll você sabe e é bom todos saberem que títulos de catálogo foram, são e sempre serão um grande problema para nós. Mas reforço o que eu sempre digo: podia ser bem pior, afinal temos títulos que Portugal não tem.
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28 / M / Nebulosa m78
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Posted 2/6/18 , edited 2/7/18

FabioLuz wrote:

Sim raulchaser, como veterano na Crunchyroll você sabe e é bom todos saberem que títulos de catálogo foram, são e sempre serão um grande problema para nós. Mas reforço o que eu sempre digo: podia ser bem pior, afinal temos títulos que Portugal não tem.


Fábio, desculpa a intromissão, gostaria de fazer uma pergunta. O que faz com que trazer títulos de catálogos seja mais difícil? O valor? A negociação? Alguma outra coisa.

Sinceramente, falando sobre melhorar o serviço, existem sempre um ou outro ajuste pontual no app, no player e tal. Mas o que mais faz diferença é, com certeza absoluta, a quantidade de animes disponíveis.

InuYasha e outros animes já exibidos por aqui são muito queridos, gostaríamos de tê-los. Bem como animes de temporadas antigas, clássicos que nunca viram a luz do dia no Brasil.

Deixando claro que acho o trabalho com os simulcasts primorosos, sou fã da CR. No entanto, pensando em avanços, fazer com que o catálogo se expanda "pra trás" me parece a coisa certa a se tentar fazer.
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19 / M / Panambi RS
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Posted 2/6/18 , edited 2/6/18
Queria tbm que viesse DBZ e o clássico no catalogo da Crunchyroll, queria muito rever esse anime épico na CR, mas infelizmente não sei quais as chances de ter ele aqui no BR mesmo, pq afinal de contas, toda a sagas de Dragon Ball estão na Funi =/ Se tivesse a Funi BR eu assinaria por conta desse anime.
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23 / M / Brasil
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Posted 2/6/18 , edited 2/9/18


A pergunta foi pro Fábio, mas vou me aventurar a te responder, me intrometendo na sua intromissão hauahaua.

A resposta simples é curta é: vários motivos, mas vou listar alguns abaixo...

1 - Podemos elencar como o principal motivo o fato de que aproximadamente 90% dos títulos de catálogo adquiridos pelo Crunchyroll vir de empresas estadunidenses que sublicenciam os direitos de exibição ao CR. Bem, tudo bem que empresas como Aniplex of America, Sentai Filmworks, FUNimation (pós parceria), Viz Media, NIS America, entre outras, são empresas estadunidenses também. Mas estas focam em animes atuais, em simulcast. Então como elas tem como parceiros padrão serviços de streaming como Crunchyroll, Netflix, Amazon, HiDive, que tem abrangência internacional, pra elas é vantagem ao adquirir uma licença pro EUA, conquistar o máximo de regiões possíveis, podendo assim aumentar os lucros, e nesse ponto a América Latina se tornou um importante mercado pra elas...

Por outro lado, existem aquelas empresas locais, que estão focadas exclusivamente em licenças com interesse em lançamentos home video (DVD e Blu-ray) ou transmissão na TV local, etc. Os títulos de catálogo do Crunchy, 90% deles, arrisco dizer, vem desse tipo de companhia. Cito aqui cinedigm, Nozomi Entertainment, Discotek Media e FUNimation pré parceria, empresas que representam uma enorme parcela do acervo de catálogos do CR. Estas empresas não poderiam disponibilizar um título para o Brasil ou América Latina, simplesmente porque elas NÃO possuem a licença para cá e exigir que essas empresas focadas no home video adquiram ou expandam as licenças pra um território e línguas que eles não vão usar não é lá uma batalha a ser considerada, pelo menos não pra eles.

Se quiser se aventurar pelas páginas dessas empresas aqui no Crunchy, vai verificar que muito do conteúdo aqui vem delas:


Quando o título de catálogo vem de uma das empresas que se focam no mercado internacional, como é o caso da NIS e Aniplex, no geral somos incluindo, como aconteceu com FMA Brotherhood da Aniplex e Toradora da NIS.

2 - Superada a principal razão, poderia surgir a pergunta. Ok, mas as outras regiões também tem empresas pequenas, focadas em HV e televisão que podem também sublicenciar, não? Sim, existem estas empresas e podemos ver vários exemplos delas no Crunchy. As empresas Manga UK, Anime Limited e Yowu, todas europeias, sublicenciaram diversos de seus títulos pro Reino Unido, França, Espanha, Portugal, e a Yowu, mesmo sendo espanhola tem alguns de seus títulos licenciados pra America Latina, inclusive Brasil. A própria divisão da Toei Animation da América Latina licenciou Cavaleiros do Zodíaco e a Saga de Hades exclusivamente para América Latina, além da Genco que recentemente licenciou Elfen Lied exclusivamente para America Latina. Aliás, vale citar que o anime mencionado no tópico, Inuyasha, é da Televix na América Latina e Televix já pode notar o Crunchyroll, fica a dica

Mas e o resto? Diversos dos animes, muitos considerados clássicos para nós, ainda hoje possuem licenças remanescentes na América Latina. Televix, a Toei mesmo, a Viz Media, a Sony, Sato Company, e muitas outras que poderiam ser citadas. Quanto a essas, não há muito que se falar. A maioria delas não tem interesse em negociar com o Crunchy ou se quer tem conhecimento de que o serviço pode proporcionar. A verdade é que não temos dados precisos do quão forte é o Crunchy perante essas empresas na região. E fica parecendo que o Crunchy ainda não tem poder/capacidade de negociação e persuasão pra conseguir ser mais incisivo na negociação com essas empresas. Mas como são coisas que ficam no sigilo e a gente se quer sabe se houver alguma vez conversa com qualquer uma dessas empresas, tudo aqui fica no campo da especulação....


3 - O próximo motivo está diretamente ligado ao segundo. Anime X foi licenciado pro Brasil e America Latina em 1995 e na época não tinha streaming, logo não existia uma licença pra isso. Mas e agora, a empresa que ainda detém os direitos tem que renegociar com a distribuidora do Japão? A licença de streaming está subentendida no contrato antigo? Não se sabe. Ai geram os famosos limbos. Mas e as licenças que venceram ou não ficou claro o vencimento? Tem aquelas que se perderam, ninguém sabe onde ta. Novamente, limbo. E os contratos que a muito expiraram, os japoneses querem renovar, depois de anos, pra depois a empresa querer por no Cruncy? Pouco provável.

Um exemplo de algo no limbo é Neon Genesis Evangelion. Sabemos que alguém no Brasil tem a licença (que pode estar expirada e provavelmente não inclui streaming), mas não sabemos quem, nem teríamos como fazer pressão na empresa pra exigir, porque não sabemos onde está. Parece que esse anime em especial não está em nenhum serviço do mundo disponível...

4 - Então consideramos que o título não encaixa no caso de animes que já estão licenciados por alguma empresa local (decorrência lógica de que se alguma empresa tem a licença pro Brasil, a não ser que ela sublicencie pro Crunchy, o CR não poderá licenciar) ou perdidos no limbo. Não poderíamos conseguir a licença diretamente com os japoneses? Sim, mas tem alguns empecilhos.

O principal deles, quando o anime foi licenciado pra uma empresa estadunidense e não incluiu a América Latina. Isso porque querendo ou não, e exaltando o crescimento maravilho do mercado de animes e mangas na América Latina e Brasil, nós ainda somos um mercado novo e em desenvolvimento. Ainda há muito preconceito dos japoneses, que tem olhar conservador e pensam que no terceiro mundo não temos mercado pra consumir animes e como uma punição por liderarmos rankings de pirataria.

Então ainda somos muito dependentes de que a licença passe por uma empresa estadunidense, o que acontece quase que 100% das vezes. Quando o Crunchy vai lá e licencia o pacotão América, temos recebido praticamente tudo de novo que vem. Mas pro CR chegar em uma empresa japa e dizer, eu quero a licença só da América Latina, isso é BEM difícil dado a o fato de que somos um mercado novo e ainda em crescimento. As poucas vezes que isso aconteceu, mesmo assim passaram por empresas estadunidenses. Como Black Cover: Book of Circus, que veio da Aniplex. Acho que a única exceção que me lembro foi Kamisama Hajimemashita, que a TMS, empresa japa, licenciou diretamente com o Crunchy a licença pra América Latina. Essa maleabilidade foi possível pro mercado europeu e árabe, já que o CR conseguiu diversos títulos com as empresas japa só pra Europa, Oriente Médio e Norte da África. Mas nem pra esses mercados isso tem acontecido agora.

Agora, quando o Crunchy ta licenciando um título de catálogo diretamente com uma empresa japa e nenhuma empresa estadunidense licenciou anteriormente, nessas horas tem grandes chances de sermos incluídos e de fato fomos, como em Akagi, Ashita no Joe, GTO, todos os Gundam, os Ultraman, etc...

5 - Esse é o último que vou listar, mas com certeza não o último dentro todos os possíveis motivos: porque a empresa, seja japa, seja estadunidense, seja a local brasileira ou latina, não quer. Simplesmente não e não licencia. E assim formamos novos limbos. O que parece ser o caso da Toei que licenciou CDZ e poderia licenciar todos os Dragon Ball, Sailor Moon, Digimon, entre outro e não o faz.


Bom, eu fiz esse textão (desculpa) pq já faz um tempo que quero abrir um tópico de discussão sobre títulos de catalogo no Brasil, pra agregar informação e conhecimento de outros usuários e rolar uma discussão bacana. Então quando eu bolar o tópico, já aproveito e transfiro esse texto pra lá....
Redator de Notícias
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Posted 2/6/18 , edited 2/9/18

Toron_Toron wrote:


FabioLuz wrote:

Sim raulchaser, como veterano na Crunchyroll você sabe e é bom todos saberem que títulos de catálogo foram, são e sempre serão um grande problema para nós. Mas reforço o que eu sempre digo: podia ser bem pior, afinal temos títulos que Portugal não tem.


Fábio, desculpa a intromissão, gostaria de fazer uma pergunta. O que faz com que trazer títulos de catálogos seja mais difícil? O valor? A negociação? Alguma outra coisa.

Sinceramente, falando sobre melhorar o serviço, existem sempre um ou outro ajuste pontual no app, no player e tal. Mas o que mais faz diferença é, com certeza absoluta, a quantidade de animes disponíveis.

InuYasha e outros animes já exibidos por aqui são muito queridos, gostaríamos de tê-los. Bem como animes de temporadas antigas, clássicos que nunca viram a luz do dia no Brasil.

Deixando claro que acho o trabalho com os simulcasts primorosos, sou fã da CR. No entanto, pensando em avanços, fazer com que o catálogo se expanda "pra trás" me parece a coisa certa a se tentar fazer.


Endossando e complementando o que o Leorosado15 disse:

São contratos antigos, e às vezes nem se sabe quem são os detentores dos direitos autorais. E, quando são encontrados, simplesmente não querem negociar seus títulos para o Brasil por acharem que o retorno financeiro não será satisfatório. Eles já negociam com EUA, Europa, Ásia... Então eles acham que o Brasil nem merece estar na fila do pão.

Quer ter um parâmetro? Compare as feiras de animes em outros países e aqui no Brasil. Chegamos ao ponto de vender mídia pirata nesses eventos, que distribuidor vai aceitar negociar com um país que é conivente com a pirataria?

O dia em que o Brasil for um país forte em consumo de produtos legalizados, aí é a coisa vai mudar de figura. E não são os distribuidores que têm que se adequarem ao Brasil, é o Brasil que tem que mudar para se adequar às regras deles para merecer sentar na mesa de negociações.

Repare que nem Netflix, que tem dinheiro sobrando, consegue determinados títulos. Mesmo animes não sendo o foco deles, está além de simplesmente querer.

Mas a coisa melhorou muito nesses anos. De um país à margem dos grandes lançamentos, agora somos sempre lembrados quando a questão é distribuição. Temos títulos que Portugal, por exemplo, não tem. E temos novos serviços de streaming oficial (HIDIVE, Amazon Prime e a própria Netflix).

Estamos andando a passos de formiga, mas estamos andando.

E sabe o que você pode fazer para aumentar a nossa força? Divulgar a Crunchyroll para os seus amigos e contribuir para aumentarmos o nosso número de assinantes. Com isso, seremos vistos e ouvidos.

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