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Post Reply Brasil - baixa representatividade em animes
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22 / M / Ág. Santas, Portugal
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Posted 5/10/14

dimdoposto wrote:

E uma pergunta para algum moderador da CR-BR!

Criar um site e usar apenas os vídeos da Crunchy nele, o player próprio, haveria problemas?
Se não me engano, tem gente que é afiliado da CR e ganha % por vendas.
Criar um site para divulgar os episódios da Crunchy com o player/embed, e apenas ele, seria possível?
Assim no meu ver seria possível divulgar tanto a crunchy quanto vender as contas!

Embora a pergunta não devesse ser direcionada para quem é simplesmente moderador, eu posso responder:

A Crunchyroll apenas permite incorporar o seu reprodutor aos afiliados que o solicitem. Para se tornar um, é preciso submeter o pedido de adesão nesta página. A aceitação está sujeita à conformidade do site do afiliado com os termos de serviço do programa. Também existem aqui algumas perguntas frequentes. Estas duas últimas páginas estão apenas disponíveis em inglês porque a Crunchyroll nunca publicamente anunciou este programa nos outros idiomas.
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Posted 5/12/14

yuriccp wrote:


FabioLuz wrote:
Digam a verdade: se um anime com 12 episódios, lançado a menos de 2 anos, fosse lançado no Brasil com distribuição regular e por um preço duas ou até mesmo três vezes maior do que o pirata, com estojo de luxo e figmas, vocês não comprariam?


Na verdade eu não compraria não.

Eu não sou colecionador. O máximo que eu comprei foi o segundo filme de CCS que sai por um preço razoável na época e tinha uma qualidade boa. Mas não tenho dinheiro, espaço nem saco pra ficar colecionando box. Prefiro que sai aqui na CR, na Netflix ou em algum outro serviço do tipo, pois assim sai bem mais barato, ficar "armazenado" na nuvem pra eu assistir ou mostrar a alguém quando quiser sem perder a praticidade.
o problema é ke as raws daki ainda saum tudo tv e naum bluray
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Posted 5/12/14 , edited 5/12/14

raulchaser wrote:

o problema é ke as raws daki ainda saum tudo tv e naum bluray

Já é difícil de se lidar com as empresas japonesas como é atualmente; isso infelizmente é um preciosismo (na maioria dos casos, p. ex., quando não há censura no vídeo) que seria pedir demais. Para além de que os japoneses que querem ver as versões home video têm que pagar muito mais do que a assinatura de um mês da Crunchyroll para um volume com uns míseros 3 episódios. De qualquer forma, os títulos que a Crunchyroll adiciona à sua grelha após a sua transmissão na TV são geralmente as versões home video.

Quem é colecionador e/ou fã acérrimo de uma série vai sempre querer comprar os Blu-rays, não só para obter uma versão de extrema qualidade e com possíveis extras, mas também para apoiar os criadores originais, mas isso não invalida os (muitos) benefícios de um serviço de streaming como a Crunchyroll, que fornece acesso a um leque considerável de séries numa qualidade longe de má e por um custo que compensa muito o investimento.
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Posted 5/14/14
O mercado de vídeo e o de tv vai mal, o de mangá no Brasil é muito forte, tanto que se a Panini ou a JBC falirem rapidamente aparecerá substituto.
E eu disse que o Crunchy praticamente salvou o mercado de animes no Brasil, e me é notável o crescimento desde quando assinei no mês de lançamento, e agora o Netflix está apostando mais, Kill la Kill estreia em poucos dias.
=D

O que é engraçado nisso tudo é que temos um mercado de mangás fortalecido, Naruto e One piece devem vender horrores e mesmo assim, mesmo com um público formado ninguém está passando o Shinpuuden aqui, muito menos a primeira parte e todos sabem o que deu com One Piece no Sbt, rs.
A questão mesmo é que brasileiro não sabe ganhar dinheiro com desenho animado, por isso ninguém investe ultimamente, o espaço onde era o Band Kids, por exemplo, está ou esteve na mão de um pastor o R.R alguma coisa. Todo ano é ou era a mesma coisa, a Band dizia que não ia renovar, o cara "pedia doações" nos cultos pra salvar o horário e conseguia. Basicamente o F&*%-se o que passar o importante é qualquer grana entrar, rs.
Infelizmente o mercado de vídeo para animes carece de lançamentos, uma boa notícia é que sairá um novo box com mais 3 filmes do Ghibli, e dois deles são relançamentos. E isso por que o primeiro box está vendendo bem. O mercado audiovisual em qualquer país é um mercado de risco, já que é lançado alguma coisa que dependerá de pessoas que aceitem e comprem.
Até hoje ninguém se atreveu a lançar o Ghost in the Shell Innocence, apesar do primeiro ter sido lançado no século passado pela Flashstar.
E existem minas de ouro que quase deixaram passar, o filme do Dragon Ball quase não saiu aqui no Brasil, foi um lance de risco ainda, a Globo Filmes anda ferrando com o mercado de filmes, e rendeu muito, muito! O mercado de animes no Brasil só existe hoje em dia em formato Stream. 5 lançamentos (com sorte) por ano não configuram mercado de nada.
Só depois que este mercado estiver ainda mais forte é que as tvs vão se atentar ao vem perdendo, mais uns dois anos pelo menos.
Creio que o Crunchy no Brasil apenas se respalda no boca a boca, talvez até pela infra estrutura não comportar um aumento de usuários ou curiosos se fizessem propaganda pelo facebook e youtubêras por exemplo.
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Posted 5/14/14 , edited 5/14/14

Jamal_id wrote:

5 lançamentos (com sorte) por ano não configuram mercado de nada.


Se tivéssemos 5 lançamentos por ano já seria muita coisa.
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Posted 5/14/14 , edited 5/14/14
Jamal_id, eu só vou levar um possível mercado de animes brasileiro a sério quando houver títulos recentes e de todos os gêneros, como existem com os filmes americanos.

O Arkloust está certo, se houvessem pelo menos 5 lançamentos (e eu disse LANÇAMENTOS, não animes fora de catálogo e que não têm nem vendagem no Japão), já estaria feliz. Imagine se, andando em uma loja de grande porte com títulos originais, você encontrasse Haganai, The Pet Girl of Sakurasou ou mesmo Highschool DxD (tá, esse eu acho difícil, mas deixa eu sonhar!), em boxes promocionais com figures e cheio de extras.

O problema seria as produtoras não trazerem animes recentes por não ter público? Público tem, sim senhor! Já postei recentemente que a faixa etária do público brasileiro de animes vai entre 13 e 20 anos, ou seja, sem poder aquisitivo próprio. No Japão, por exemplo, homens de mais de 20 anos compram animes. Mas aí já uma coisa cultural, não vamos entrar no mérito da questão.

Vamos então entrar na polêmica do século, e que deve esclarecer muita coisa: ALTA TRIBUTAÇÃO NACIONAL!!!

Paga-se imposto sobre imposto(bi tributação) de tudo o que é jeito, o consumidor nem sabe o quanto de imposto está pagando e, quanto mais supérfluo o produto, maior o imposto.

O engraçado é que, quem fuma ou bebe, quem tem um time do coração ou outro sonho de consumo, não liga de pagar o preço que for para satisfazer seus desejos.

Aí vem a queda de braço: de um lado o Governo Federal, que não quer largar dessas tetas que estão sempre cheias de leite, mesmo que esteja fazendo a vaca ficar doente (a vaca, se não perceberam a ironia da expressão, somos nós que pagamos impostos); do outro, o comércio ilegal de produtos piratas, que por conta desse absurdo tributário, vem comendo pelas beiradas e oferecendo promoções de DVDs 3 por 10. Como não resistir?

E assim não tem mercado que se mantenha. Triste constatação!

Eu tenho um sonho. Sabe qual é? O CR crescer no Brasil e se tornar uma potência em animes, oferecendo títulos atuais, para se assistir a qualquer hora, em qualquer lugar, por um preço mais convidativo do que as já superadas TVs por assinatura.

E produtoras de animes no Brasil estariam em parceria com o CR. Você gostou daquele anime? Quer comprá-lo para tê-lo em casa? Ele será vendido em pré-venda com preços especiais e brindes sedutores. Não quer comprar? Tudo bem, assine o CR! Parte das assinaturas irão para a indústria de animes.

Nas palavras de John Lennon, "Eu posso ser um sonhador, mas eu não sou o único". E se isso acontecer no Brasil (daqui a 10 ou 15 anos, que seja, quando os assinantes do CR tiverem filhos e ensinarem eles a gostarem de animes), tenho certeza que os olhos puxados dos japoneses se abrirão para a América Latina.
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Posted 5/14/14 , edited 5/14/14
Eu falei cinco, mas como um número otimista, rs.

E de fato público para consumo no Brasil tem e sobra, infelizmente a maioria não tem dinheiro, e só vai consumir coisas "gratuitas". Uma mudança de panorama poderia acontecer se as editoras que lançam mangás aqui entrassem no pleito e cooptassem por exemplo empresas de brinquedos.

Acho que a jbc vai relançar Yuyu Hakushô por esses tempos, o quão benéfico não seria se várias empresas de bugigangas e afins se juntassem para conseguir um horário legal e passar o anime, enquanto mostram propagandas do mangá e no mangá mostrasse propaganda do desenho, enquanto ambas tivessem também propaganda das bugigangas, enfim o sistema japonês é esse uma coisa leva outra que gera outra. Japoneses conseguem vender até pedra de dois kg se tiver o rosto de uma personagem popular, rs.

Esta discussão está indo bem, e do ponto citado, a tributação no Brasil e a burocracia em geral desanimam e enrijecem tudo, estes últimos 10 anos não houve investimento maciço para produção nacional audiovisual, o cinema nacional vive das comédias da Globo filmes, as tvs brasileiras vivem de donas de casa, é alarmante o quanto podaram programação infantil, e nem vou falar programação para jovens adultos.

É caro produzir aqui e é caro também trazer. E como político brasileiro está estruturado em legislar a própria causa, enquanto algum senador ou deputado não tiver um estúdio ou uma empresa de distribuição, eles pouco se importaram, 99% dos políticos brasileiros não devem conseguir responder uma equação de primeiro grau, imagina rever o monstro da tributação brasileira. Em tudo se paga muito imposto, e ainda tem o imposto de renda e inúmeras taxas e micro taxas que só se vê com lupa, quando se tributa um dvd ou bd de um desenho de um cara que já destinou 30% da renda de um mês pagando imposto em 60% do valor, ainda penaliza a pessoa por gastar o dinheiro dela, o desenho não foi lançado aqui, não é prensado aqui, e mesmo assim a lógica do "proteger o mercado da importação de produtos estrangeiros" continua, mesmo sem ter mercado aqui.

O Crunchy está crescendo aos poucos, só não tem uma taxa de crescimento maior por infra estrutura mesmo, afinal se soltassem propagandas no facebook eles teriam uma repercussão enorme, no youtube também, pelo Boobox, e afins. A falta de estrutura para internet e a falta de dinheiro para se comprar pcs, smart tvs, tablet é grande. Boa parte do Brasilse conecta a internet por 3g, assistir qualquer coisa por 3g é impossível aqui, rs.

Tenho um colega de faculdade (sou designer gráfico) que anda produzindo animações, sozinho, ano passado ganhou na categoria júri popular no Anima Mundi, esse ano ele concorrerá com outra, no sistema que ele faz, ele acaba passando a animação em vários festivais pra poder ter retorno, o que acaba deixando tudo muito restrito, até hoje não vi a animação que ele ganhou. E creio que ele não deve conhecer o Crunchy e a possibilidade de colocar a animação aqui e licenciar pra mundo e meio. É o que pretendo fazer ainda. Stream é a maneira mais rápida de se atingir um grande público em pouco tempo. O que seria do studio Trigger sem o Little witch academia no youtube? rs

Seu sonho, Fabio luiz, é possível sim, e já está acontecendo aos poucos as produtoras japonesas estão vendo um mercado possível, tanto que o número de animações disponíveis aqui vem aumentando a cada temporada, no primeiro semestre aqui eram pouquíssimos títulos. Recomende a alguém que gosta de desenhos e assim vai indo. =]
Para quem quiser ver algo do colega que mencionei: http://vimeo.com/channels/179087

Impossível vencer a pirataria em um país onde todo mundo acha que ser esperto é lesar outro, mas o Steam está ai para mostrar que se houver uma alternativa com um preço bacana as pessoas migram para o mercado oficial.

O que me veio até que se existisse algo semelhante ao Steam para animes, para vender o arquivo ao invés de bluray físico a um preço interessante faria diferença. Cobrar mais caro pelo digital como vi no Google play é quase um golpe, rs. Daqui uns dias o Steam começa a vender filmes também creio, já fizeram com o Indie Game Movie e deu um bom resultado.

Como o mercado de mangás no Brasil se mantêm e cresce mesmo com alguns títulos cancelados, existe esperança! \o/
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22 / M / Minas Gerais
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Posted 5/14/14

FabioLuz wrote:

Jamal_id, eu só vou levar um possível mercado de animes brasileiro a sério quando houver títulos recentes e de todos os gêneros, como existem com os filmes americanos.

O Arkloust está certo, se houvessem pelo menos 5 lançamentos (e eu disse LANÇAMENTOS, não animes fora de catálogo e que não têm nem vendagem no Japão), já estaria feliz. Imagine se, andando em uma loja de grande porte com títulos originais, você encontrasse Haganai, The Pet Girl of Sakurasou ou mesmo Highschool DxD (tá, esse eu acho difícil, mas deixa eu sonhar!), em boxes promocionais com figures e cheio de extras.

O problema seria as produtoras não trazerem animes recentes por não ter público? Público tem, sim senhor! Já postei recentemente que a faixa etária do público brasileiro de animes vai entre 13 e 20 anos, ou seja, sem poder aquisitivo próprio. No Japão, por exemplo, homens de mais de 20 anos compram animes. Mas aí já uma coisa cultural, não vamos entrar no mérito da questão.

Vamos então entrar na polêmica do século, e que deve esclarecer muita coisa: ALTA TRIBUTAÇÃO NACIONAL!!!

Paga-se imposto sobre imposto(bi tributação) de tudo o que é jeito, o consumidor nem sabe o quanto de imposto está pagando e, quanto mais supérfluo o produto, maior o imposto.

O engraçado é que, quem fuma ou bebe, quem tem um time do coração ou outro sonho de consumo, não liga de pagar o preço que for para satisfazer seus desejos.

Aí vem a queda de braço: de um lado o Governo Federal, que não quer largar dessas tetas que estão sempre cheias de leite, mesmo que esteja fazendo a vaca ficar doente (a vaca, se não perceberam a ironia da expressão, somos nós que pagamos impostos); do outro, o comércio ilegal de produtos piratas, que por conta desse absurdo tributário, vem comendo pelas beiradas e oferecendo promoções de DVDs 3 por 10. Como não resistir?

E assim não tem mercado que se mantenha. Triste constatação!

Eu tenho um sonho. Sabe qual é? O CR crescer no Brasil e se tornar uma potência em animes, oferecendo títulos atuais, para se assistir a qualquer hora, em qualquer lugar, por um preço mais convidativo do que as já superadas TVs por assinatura.

E produtoras de animes no Brasil estariam em parceria com o CR. Você gostou daquele anime? Quer comprá-lo para tê-lo em casa? Ele será vendido em pré-venda com preços especiais e brindes sedutores. Não quer comprar? Tudo bem, assine o CR! Parte das assinaturas irão para a indústria de animes.

Nas palavras de John Lennon, "Eu posso ser um sonhador, mas eu não sou o único". E se isso acontecer no Brasil (daqui a 10 ou 15 anos, que seja, quando os assinantes do CR tiverem filhos e ensinarem eles a gostarem de animes), tenho certeza que os olhos puxados dos japoneses se abrirão para a América Latina.


As palavras do John Lennon estão certas, você praticamente leu a minha mente em relação ao futuro do CR, é literalmente isso que eu sinto. Eu tenho a filosofia, " não gostou do trabalho, faça você mesmo", essa escassez de animes é tão grande, que por raiva, minha vontade e abri uma distribuidora e trazer esses animes dublados eu mesmo, já que ninguém trás, só preciso de dinheiro pra isso, e High School DXD estaria entre esses, caso não chegue até lá.
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25 / M / Em casa
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Posted 5/24/14
Aí, revivendo a discussão aqui, vocês já viram isso?

http://anmtv.xpg.uol.com.br/knights-of-sidonia-data-na-netflix-e-novidades-da-dublagem-brasileira/

Um anime sendo lançado esse ano e com dublagem no forno? Parece tão bom que é até difícil de acreditar XD
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Posted 5/24/14
Acho que a comercialização de DVDs, Blu-rays, entre outros, não possuem ''força'' o suficiente para sua manutenção por anos ou meses, visto que, a internet, disponibiliza esse material com certa qualidade e ,principalmente, gratuitamente. Porém, o mercado de acessórios de animes, mangás, etc, poderia ser forte e estável aqui no Brasil, como nos EUA ou qualquer outro país.
Portuguese Moderator
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30 / M / Pernambuco/Alagoas
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Posted 5/24/14

Guilherme_Hellequin wrote:

Aí, revivendo a discussão aqui, vocês já viram isso?

http://anmtv.xpg.uol.com.br/knights-of-sidonia-data-na-netflix-e-novidades-da-dublagem-brasileira/

Um anime sendo lançado esse ano e com dublagem no forno? Parece tão bom que é até difícil de acreditar XD


Essa é "velha". A Netflix já tinha anunciado isso a algum tempo já. Apenas estão confirmando.

O problema é que voltamos aquela velha história: Sidonia tá longe de ser o melhor dos animes e se ele der pouco retorno talvez não dublem outros por algum tempo.

Ai voltamos ao velho loop do, não lançam, muito menos dublam, por falta de interesse e as pessoas não se interessam porque não lançam os maiores sucessos dublados.

O ideal seria eles começassem dublando SAO e Madoka. Assim teria uma ideia decente do retorno disso.
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25 / M / Em casa
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Posted 5/24/14
Não sabia que era tão antiga assim.

De qualquer jeito, consigo ver uma lógica por trás da escolha. Algo na linha de um título mais abrangente para um público mais velho, extrapolando só os fãs de animação, que tenha um poder consumidor e onde possivelmente a concentração de "pagar para que, se posso baixar de graça nos fansubs?" é menor.

Mas também, espero que não seja esforço de um anime só. Se não oferecerem um leque de novidades, dificilmente vai atrair um público fiel e o resultado pode ser enganosamente abaixo do esperado. Acabaria como uma cereja no bolo de quem já era cliente da Netflix em vez de encher os olhos de novos consumidores em potencial.
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28 / M / Itaperuna - RJ
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Posted 6/1/14
Primeiramente, me desculpem por postar em uma discussão desatualizada, mas eu vi esse post enquanto checava novamente a nóticia sobre a inclusão de Zero no Tsukaima no Crunchyroll BR e não pude deixar de lê-lo.
Eu concordo com a opinião geral sobre o mercado de animes e mangás no Brasil estar bem abaixo do que seria desejável para o público desse tipo de mídia e que o CR ter vindo pra foi um grande marco.
No entanto eu notei que quase ninguém tocou no assunto de um outro mercado intimamente relacionado com o de animes e mangás que me interessa bastante, o de Light Novels, que é basicamente um vácuo quando se trata do nosso país. Eu me sinto profundamente indignado por ter que mandar uma grande parte do valor das minhas compras pra fora do país (sem falar em esperar várias semanas pela entrega) simplesmente para satisfazer a minha necessidade de leitura, mas como eu odeio e-books e tenho uma alma de colecionador, eu sou compelido a fazê-lo.
Sempre que eu posso, eu prefiro optar por um produto nacional, mas nesse caso das LNs isso não e nem sequer uma opção, pois ue não consigo me lembrar de sequer uma história dessas que tenha uma versão em português. Esse sim é um mercado carente e que eu não vejo expectativas de melhoras nem mesmo em um futuro distante, devido ao descaso do brasileiro típico com o hábito de leitura casual.
Novamente me desculpem por postar em uma discussão antiga, mas essa é uma opinião que eu gostaria de dividir. E gostaria de saber quem mais ai gostaria de ver títulos como The Melancholy of Haruhi Suzumiya, Spice and Wolf e Fate/Zero com uma versão nacional?
Redator de Notícias
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42 / M
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Posted 6/1/14
Hexcalibur, sua opinião é bem vinda e acrescenta muito ao tópico, embora fuja do tema principal.

Postei anteriormente, em tom de ironia, uma pergunta: será que é uma lenda urbana a história de brasileiro ter preguiça de ler?

Nos países com baixo nível de analfabetismo, ir em uma livraria é algo tão normal quanto ir a um restaurante, uma loja de roupas ou um cinema. Mentes ávidas por conhecimento e pela magia que uma boa leitura proporciona de o próprio leitor imaginar o universo proposto, se baseando no texto, sempre preferirão um bom livro do que um programa mais selvagem e menos intelectual.

Ler desenvolve o cérebro (que é como um músculo, se não for utilizado atrofia), a escrita e a fala corretas, a capacidade autônoma de tomar decisões e a compreensão do mundo a nossa volta. Se pelo menos os jovens lessem mais veriam como seus mundos que acham tão perfeitos são na verdade limitados. Não há limites para a imaginação, mas para uma mente medíocre há.

Não li essas LN que você citou (mas li todos os volumes de Highschool DxD) e como você mesmo mencionou temo que seja mais difícil implantar o costume de leitura de LN (que exige dedicação e disposição em ler, o que afasta muitos jovens) do que implantar um mercado atualizado de animes (que já não exigem nenhum esforço a mais do que assistir e aceitar ou não a visão do diretor de animação).

Mesmo esses textos que nós escrevemos no fórum do CR, na ânsia de ter pessoas interessadas em lê-los e interagir com eles, às vezes não despertam o interesse que esperamos. Quanto mais volumes com várias páginas e poucas ilustrações de LN.

A realidade não é imutável, só depende da boa vontade de cada um.
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22 / M / Minas Gerais
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Posted 6/1/14
Sei como esse mercado de LN é inexistente e parece distante, mas já tem um tempo que Panini disse estar se interessando em LN, e isso vai depender da aceitação do publico em relação aos Databooks de One Piece, pois a Panini não consideram eles mangás convencionais, então acredito que até final do ano tenhamos alguma novidade. Talvez eu tenha interpretado mal a noticia quando disse em relação a One Piece, mas deram a entender esse interesse.
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