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Post Reply Crise Nacional no Japão por Falta de Bebês
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Posted 1/13/15
Andei lendo alguns artigos e cheguei a conclusão que o problema nem é falta de interesse de sexo, casamento, etc. e sim a cultura do aborto que existe no Japão desde 1948 com a "Lei de Proteção Eugênica" que legalizou o assassinato de bebês.

Essa lei foi imposta pelos EUA (já que o Japão estava dominado pelas Forças Aliadas) para o controle de natalidade e a partir de 1996 passou a se chamar Lei de Proteção Materna (aborto no caso de gravidez que coloque em risco a saúde da mãe, que seja consequência de estupro, ou em qualquer caso em que “razões sócio-econômicas” o justifiquem) ou seja, só mudou o nome.

Essa monstruosidade que é a legalização do aborto tem consequências graves, tem que servir de alerta para o Brasil já que existe vários partidos e políticos muito interessados em aprovar uma lei bizarra como essa.

https://juventudeprovida.wordpress.com/2013/11/19/a-consciencia-pro-vida-no-japao/
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Posted 1/13/15

cottonmather wrote:

se mata cara aqui é Brasil e não Japão, otaku aqui é fã de anime e mangá e ponto isso é coisa de gente que se acha superior

e outra nenhum brasileiro tem moral alguma de falar de japoneses pois brasileiro se vende fácil por esmolas, são mal-educados, individualistas, não querem saber de trabalhar etc enquanto que japonês é exatamente o contrário disso tudo, e na copa do mundo do ano passado tudo isso foi provado especialmente a má educação dos brasileiros e a civilidade e solidariedade dos japoneses


Cara, não é ter ou não moral, mas é criticar, afinal de contas o Brasil ainda é democrático, e isso me da o direito de criticar alguém ou algo, tendo ou não moral! A segunda parte do seu comentário eu simplesmente espero apagar da minha mente, quando você diz que brasileiro se vende por esmola, essa é a sua atual situação? Você esta se vendendo? Não existe essa de generalizar, isso é coisa de pessoa com mente pequena, agora você quer comparar o Japão com o brasil, procura algum brasileiro que foi pro Japão e ficou lá pelo menos 3 anos, pergunta a ele como foi a vida dele, ou então um mestiço. Ai depois você vem falar de Japão e Brasil, já que você quer generalizar, vamos generalizar direito!


ArthurPepper wrote:


Também me considero alguém que gosta de anime, da mesma forma que tem pessoas que gostam de séries e outras de filmes. Não acho legal essa cultura aqui no Brasil de chamar qualquer pessoa que gosta de anime de otaku, para quem tá dentro do movimento pode até parecer besteira, mas no geral isso só faz segregar e estereotipar (infantil, gente estranha, etc) quem gosta de animes e afastar que pouco sabe do assunto, além de que não se dá para rotular todas as pessoas de forma igual, como você fez no resto do seu post, eu não sei você, mas eu não me encaixo nesse tipo de brasileiro que você descreve.


Cara, ele deve estar falando de algum Brasil que não conhecemos...
Como você disse, eu concordo, generalizar todos como otakus é nada mais que globalizar e difundir o estereótipo que foi mal entendido por muitos, fora que a mídia também não ajuda!

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22 / M / Belo Horizonte
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Posted 1/13/15

gdanimes wrote:

Andei lendo alguns artigos e cheguei a conclusão que o problema nem é falta de interesse de sexo, casamento, etc. e sim a cultura do aborto que existe no Japão desde 1948 com a "Lei de Proteção Eugênica" que legalizou o assassinato de bebês.

Essa lei foi imposta pelos EUA (já que o Japão estava dominado pelas Forças Aliadas) para o controle de natalidade e a partir de 1996 passou a se chamar Lei de Proteção Materna (aborto no caso de gravidez que coloque em risco a saúde da mãe, que seja consequência de estupro, ou em qualquer caso em que “razões sócio-econômicas” o justifiquem) ou seja, só mudou o nome.

Essa monstruosidade que é a legalização do aborto tem consequências graves, tem que servir de alerta para o Brasil já que existe vários partidos e políticos muito interessados em aprovar uma lei bizarra como essa.

https://juventudeprovida.wordpress.com/2013/11/19/a-consciencia-pro-vida-no-japao/


Concordo com você, mas acredito que poderia abrir exceções no caso de estupro como você disse, mas fora isto, não vejo outro motivo pra liberarem o aborto!
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Posted 1/13/15

thiago_azd wrote:

Concordo com você, mas acredito que poderia abrir exceções no caso de estupro como você disse, mas fora isto, não vejo outro motivo pra liberarem o aborto!


Sinceramente acho que nem em caso de estupro deveria ser permitido, um erro não justifica o outro, se as mulheres não tiverem condições financeiras e psicológicas de criar o filho pode entregar para adoção quando nascer... até porque o aborto pode trazer graves consequências físicas e psicológicas para elas.

http://www.providafamilia.org.br/doc.php?doc=doc80915
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Posted 1/13/15

gdanimes wrote:


thiago_azd wrote:

Concordo com você, mas acredito que poderia abrir exceções no caso de estupro como você disse, mas fora isto, não vejo outro motivo pra liberarem o aborto!


Sinceramente acho que nem em caso de estupro deveria ser permitido, um erro não justifica o outro, se as mulheres não tiverem condições financeiras e psicológicas de criar o filho pode entregar para adoção quando nascer... até porque o aborto pode trazer graves consequências físicas e psicológicas para elas.

http://www.providafamilia.org.br/doc.php?doc=doc80915


Olhando por esse lado você esta certo, mesmo porque o estupro já é um problema por falta ou de segurança, ou quando ocorre no meio familiar pode ter uma serie de fatores que ajudam para que o caso ocorra. A questão a adoção também é uma boa!
Não te conheço mas vi que você tem um pensamento maduro, e racional!
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Posted 1/13/15 , edited 1/13/15

gdanimes wrote:

Andei lendo alguns artigos e cheguei a conclusão que o problema nem é falta de interesse de sexo, casamento, etc. e sim a cultura do aborto que existe no Japão desde 1948 com a "Lei de Proteção Eugênica" que legalizou o assassinato de bebês.

Essa lei foi imposta pelos EUA (já que o Japão estava dominado pelas Forças Aliadas) para o controle de natalidade e a partir de 1996 passou a se chamar Lei de Proteção Materna (aborto no caso de gravidez que coloque em risco a saúde da mãe, que seja consequência de estupro, ou em qualquer caso em que “razões sócio-econômicas” o justifiquem) ou seja, só mudou o nome.

Essa monstruosidade que é a legalização do aborto tem consequências graves, tem que servir de alerta para o Brasil já que existe vários partidos e políticos muito interessados em aprovar uma lei bizarra como essa.

https://juventudeprovida.wordpress.com/2013/11/19/a-consciencia-pro-vida-no-japao/


nossa velho quanta merda dita. ta claramente em várias matérias (ex 1, ex 2, ex 3) que a galera não quer saber de sexo e você vem me falar de aborto? não é só a questão de não ter filho, eles realmente não sentem necessidade de ter relações sexuais.

quanto ao seu comentário: monstruosidade é o ser humano não poder ter controle sobre o próprio corpo. aborto é caso de saúde pública e deveria ser legalizado sim, nenhum fetinho sem consciência vale mais que a vida de quem o carrega.


gdanimes wrote:


thiago_azd wrote:

Concordo com você, mas acredito que poderia abrir exceções no caso de estupro como você disse, mas fora isto, não vejo outro motivo pra liberarem o aborto!


Sinceramente acho que nem em caso de estupro deveria ser permitido, um erro não justifica o outro, se as mulheres não tiverem condições financeiras e psicológicas de criar o filho pode entregar para adoção quando nascer... até porque o aborto pode trazer graves consequências físicas e psicológicas para elas.

http://www.providafamilia.org.br/doc.php?doc=doc80915


UM ERRO NÃO JUSTIFICA O OUTRO? QUE ERRO AMIGO? ela sofrer de um caso isolado? o mundo não ter criado um sistema igual do minority report ainda? tem que ter muita paciência pra ler esse tipo de merda conservadora em um site de animes...


sobre o assunto vou escrever aqui o que escrevi no mal.

o problema do japão é a questão profissional. homens não esperam nada do futuro e acabam mergulhando em algo que pode mudar a realidade que vivem enquanto mulheres acham que se envolver romanticamente pode atrapalhar sua carreira ou seu futuro.

não é à toa que o país tenha tantos suicídios, o japão ta preso numa série de valores e numa visão de futuro tão erradas que a maioria acaba estagnando e ficando infeliz com a vida mesmo.

alguém disse ali que o brasileiro não gosta de trabalhar. alguém gosta? alguém prefere trabalhar em vez de levar uma vida relaxada e calma? não. a pressão intensa, a cobrança invisível e os constantes suicídios no japão mostram isso claramente.
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Posted 1/13/15 , edited 1/13/15

gdanimes wrote:


thiago_azd wrote:

Concordo com você, mas acredito que poderia abrir exceções no caso de estupro como você disse, mas fora isto, não vejo outro motivo pra liberarem o aborto!


Sinceramente acho que nem em caso de estupro deveria ser permitido, um erro não justifica o outro, se as mulheres não tiverem condições financeiras e psicológicas de criar o filho pode entregar para adoção quando nascer... até porque o aborto pode trazer graves consequências físicas e psicológicas para elas.

http://www.providafamilia.org.br/doc.php?doc=doc80915

Um estupro é uma violência psicológica imensa para a vitima, a primeira coisa que uma vitima quer é esquecer que isso aconteceu e apagar qualquer traço do estuprador, ou até de qualquer homem, de sua vida, não raramente se cria a mania de tomar diversos banhos ao dia e de se lavar de forma exagerada para poder "apagar" todo e qualquer rastro do violentador. Agora imagina o que é para algumas mulheres gestar, o que já é um grande fardo físico e psicológico por si só, um filho de seu estuprador por nove meses, é como se a violência continuasse por todo esse tempo caso a mulher não tenha preparo psicológico, para algumas deve ser algo insuportável.

Devemos lembrar que nem todas as mulheres são iguais, nem todas tem a "força" para aguentar uma gestação não planejada de um estuprador, ainda mais, se a gravida for uma adolescente de 15-16 anos.

E do jeito que você fala parece que não existe nenhuma exceção. Creio que você concorde que em casos de risco de vida para a mãe, fetos anencéfalos ou outros casos que façam com que o bebê já nasça morto é preciso dar a opção do aborto.
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Posted 1/13/15 , edited 1/13/15
Tópico polêmico e interessante... Depois de ler boa parte dos comentários da pra notar claramente alguns equívocos em alguns dos mesmos.

Pra começo de conversa eu concordo com o gettingsodas. Eu acho que o maior problema sobre o debate em torno do aborto é simplesmente cultural. No Brasil todo a maioria esmagadora da população é católica, e todo mundo é careca de saber a posição dos católicos sobre o assunto. Eu também defendo a ideia de que, a pessoa que decida o que fazer do seu corpo não é nenhum governo/instituição/lei que tem que decidir isso por você. E pra finalizar esse tópico, se eles mal se interessam por fazer sexo pra que discutir sobre aborto mesmo?

Para quem interessar:

O problema da natalidade do japão já é realmente antigo e os efeitos a gente vem observando agora. Para exemplificar, temos a atual pirâmide etária do país:
Pirâmide etária do Japão atual

Isso mostra como a população do Japão atual está envelhecida e o problema da natalidade é justamente que ela não está se renovando na frequência com que se envelhece. E da pra ver claramente pelo gráfico a evidente queda populacional que o país sofrerá daqui uns anos se essa situação se continuar.

Só a título de comparação vamos ver a pirâmide etária do Brasil atualmente:
Pirâmide etária do Brasil

O Brasil já não sofre com esse problema porque temos mão de obra de sobra, até exportamos pra falar a verdade só procurar um pouco em reportagens sobre o assunto que você acha fácil. Podemos mesmo não gostar de trabalhar mas temos capacidade pra fazer as coisas e quando fazemos é muitas vezes por ''prazer'' não por dever, claro que isso não é regra mas é uma realidade.

Em resumo, na minha opinião o problema todo é simplesmente cultural mesmo. Por exemplo, o Japão tem muita resistência a ''mudanças" e ''invasões" de outras culturas na sua, acredito que não seja novidade também pra ninguém a resistência que alguns japoneses tem a estrangeiros. E como já disseram, eles se preocupam por lá com coisas que por aqui não damos tanta atenção quanto lá, não que tenha sido resolvido mas aprendemos a simplesmente ir ''lidando'' com as coisas as medida que elas apareçam. Só podemos observar o que o governo vai fazer pra mudar esse quadro da natalidade por lá, mas independente do que façam essas mudanças virão com o tempo é claro, nada vai melhorar a situação deles por "mágica" da noite pro dia.
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Posted 1/13/15 , edited 1/13/15

thiago_azd wrote:

Olhando por esse lado você esta certo, mesmo porque o estupro já é um problema por falta ou de segurança, ou quando ocorre no meio familiar pode ter uma serie de fatores que ajudam para que o caso ocorra. A questão a adoção também é uma boa!
Não te conheço mas vi que você tem um pensamento maduro, e racional!


A vida tem que vir em primeiro lugar mesmo nas condições mais adversas, mas o "sábio" abaixo parece não entender:



gettingsodas wrote:

nossa velho quanta merda dita. ta claramente em várias matérias que a galera não quer saber de sexo e você vem me falar de aborto? não é só a questão de não ter filho, eles realmente não sentem necessidade de ter relações sexuais.

quanto ao seu comentário: monstruosidade é o ser humano não poder ter controle sobre o próprio corpo. aborto é caso de saúde pública e deveria ser legalizado sim, nenhum fetinho sem consciência vale mais que a vida de quem o carrega.

UM ERRO NÃO JUSTIFICA O OUTRO? QUE ERRO AMIGO? ela sofrer de um caso isolado? o mundo não ter criado um sistema igual do minority report ainda? tem que ter muita paciência pra ler esse tipo de merda conservadora em um site de animes...


sobre o assunto vou escrever aqui o que escrevi no mal.

o problema do japão é a questão profissional. homens não esperam nada do futuro e acabam mergulhando em algo que pode mudar a realidade que vivem enquanto mulheres acham que se envolver romanticamente pode atrapalhar sua carreira ou seu futuro.

não é à toa que o país tenha tantos suicídios, o japão ta preso numa série de valores e numa visão de futuro tão erradas que a maioria acaba estagnando e ficando infeliz com a vida mesmo.

alguém disse ali que o brasileiro não gosta de trabalhar. alguém gosta? alguém prefere trabalhar em vez de levar uma vida relaxada e calma? não. a pressão intensa, a cobrança invisível e os constantes suicídios no japão mostram isso claramente.


Quanta ignorância... bebê não é corpo da mulher, você deve ter matado umas aulas na escola. Ela não o gera sozinha e o direito a vida é inalienável. Aborto é assassinato e não importa se é só um "fetinho" , aglomerado de células ou já tem 8 meses porque a vida, como a ciência já provou, começa na Concepção caso você não saiba. Não posso ser conservador e gostar de animes?! Mente doentia a sua, por acaso você leu as consequências que o aborto pode trazer a mulher? "questão de saúde pública" Aff... com certeza a mulher que foi estuprada e engravidou vai ficar traumatizada e precisará de apoio, por isso mesmo a LÓGICA de não abortar, porque do contrário só vai piorar a situação. Matar o filho não vai fazer ela esquecer do estupro, nada irá...


ArthurPepper wrote:

Um estupro é uma violência psicológica imensa para a vitima, a primeira coisa que uma vitima quer é esquecer que isso aconteceu e apagar qualquer traço do estuprador, ou até de qualquer homem, de sua vida, não raramente se cria a mania de tomar diversos banhos ao dia e de se lavar de forma exagerada para poder "apagar" todo e qualquer rastro do violentador. Agora imagina o que é para algumas mulheres gestar, o que já é um grande fardo físico e psicológico por si só, um filho de seu estuprador por nove meses, é como se a violência continuasse por todo esse tempo caso a mulher não tenha preparo psicológico, para algumas deve ser algo insuportável.

Devemos lembrar que nem todas as mulheres são iguais, nem todas tem a "força" para aguentar uma gestação não planejada de um estuprador, ainda mais, se a gravida for uma adolescente de 15-16 anos.

E do jeito que você fala parece que não existe nenhuma exceção. Creio que você concorde que em casos de risco de vida para a mãe, fetos anencéfalos ou outros casos que façam com que o bebê já nasça morto é preciso dar a opção do aborto.


Gravidez na adolescência é mais complicado sim porque a mulher ainda não se desenvolveu completamente, mas hoje em dia tendo acompanhamento correto, pré-natal, etc não há muito risco (lembre-se que nossas avós, bisavós, etc casavam e engravidavam cedo e tudo corria normalmente).

No caso de risco para a mãe até acho aceitável estar na lei, mas moralmente falando acho que a vida do filho deveria vir em primeiro lugar, por exemplo, conheço um caso de uma mulher que engravidou em meio a um tratamento de câncer, então ela parou a quimioterapia e de tomar remédios para poder ter o filho, uma semana após o nascimento dele ela morreu. Pra mim foi uma atitude de um ser humano grandioso.

Como citei para o colega acima que não foi lá muito educado, a vida começa na concepção então mesmo nesse caso extremo do anencéfalo sou contra porque mesmo que ele morra logo após nascer, ou viva uma semana, continua sendo um ser vivo... pense bem, não existe mais ou menos vida, existe vida.

E os adeptos do aborto no Brasil com o apoio desse governo medonho já conseguiram aprovar aborto para os anencéfalos em 2013, logo aprovarão alguma outra situação para legalizar até que seja possível por meio de brechas na lei abortar em qualquer situação... afinal aqui é Brasil.

Ah, gostaria de lembrar também que a pilula do dia seguinte que é comercializada livremente é abortiva e não anticoncepcional pois ela age depois da concepção (quando começa a vida) então de certa forma já há um meio "legal" para o aborto aqui no Brasil, mas a maioria das pessoas não sabem disso.

Tudo que defendi aqui está de acordo com a ciência, mas eu sou espirita e a doutrina também repudia a pilula do dia seguinte, diz a mesma coisa sobre a vida começar na concepção, sobre o aborto não ser justificável mesmo em caso de estupro, anencefalia, etc...
edubfr 
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Posted 1/13/15 , edited 1/13/15
gdanimes sério, não consigo entender sua maneira de pensar... Mas não vou responder sobre nada, pq acho que essa discussão é extremamente desnecessária pra esse tópico.

Pra mim a matéria deixou algumas coisas bem claras:

1 - A maior parte dos homens japoneses se assustam quando a mulher é independente e toma atitude. Eles são mais frouxos.
2 - Eles realmente estão desinteressados quando o assunto é sexo. O cara preferir a waifu 2D dele ao invés de ir conhecer alguém foi triste..
3 - Apenas 2% dos bebês nascem fora de casamento, esse dado é muito expressivo.
4 - As mulheres não querem mais largar o trabalho e virar donas de casa pra cuidar dos bebês.
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Posted 1/13/15 , edited 1/13/15
Estamos falando de um pequeno país onde o aborto é legalizado desde 1948 e vocês acham que isso nada tem a ver com os problemas atuais!? Acham mesmo que a falta de interesse em sexo e relacionamento sério é mais relevante que 70 anos de aborto legal?
edubfr 
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25 / M / Rio de Janeiro
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Posted 1/13/15

gdanimes wrote:

Estamos falando de um pequeno país onde o aborto é legalizado desde 1948 e vocês acham que isso nada tem a ver com os problemas atuais!? Acham mesmo que a falta de interesse em sexo e relacionamento sério é mais relevante que 70 anos de aborto legal?


Sim, devido a cultura deles parece ser mais relevante.
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Posted 1/13/15 , edited 1/13/15

gdanimes wrote:

No caso de risco para a mãe até acho aceitável estar na lei, mas moralmente falando acho que a vida do filho deveria vir em primeiro lugar, por exemplo, conheço um caso de uma mulher que engravidou em meio a um tratamento de câncer, então ela parou a quimioterapia e de tomar remédios para poder ter o filho, uma semana após o nascimento dele ela morreu. Pra mim foi uma atitude de um ser humano grandioso.

Como citei para o colega acima que não foi lá muito educado, a vida começa na concepção então mesmo nesse caso extremo do anencéfalo sou contra porque mesmo que ele morra logo após nascer, ou viva uma semana, continua sendo um ser vivo... pense bem, não existe mais ou menos vida, existe vida.


...

depois dessa me abstenho de qualquer discussão que venha desse user para todo o sempre.

mas antes disso, parabéns por ter conseguido responder sobre "risco de vida devido a gravidez" com "risco de vida porque engravidou no meio de um tratamento contra o câncer"



edubfr wrote:

gdanimes sério, não consigo entender sua maneira de pensar... Mas não vou responder sobre nada, pq acho que essa discussão é extremamente desnecessária pra esse tópico.


exato
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24 / M
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Posted 1/13/15 , edited 1/13/15

heitormv11 wrote:No Brasil todo a maioria esmagadora da população é católica, e todo mundo é careca de saber a posição dos católicos sobre o assunto. Eu também defendo a ideia de que, a pessoa que decida o que fazer do seu corpo não é nenhum governo/instituição/lei que tem que decidir isso por você.

Sou a favor do aborto em alguns casos, mas até em sociedades mais liberais e seculares existe a preocupação com a consciência do feto e acho que isso é muito relevante e deve se levar em conta, um feto de 2 meses é completamente diferente de um de 6 meses. Por isso acho que não se pode fazer aborto sem nenhuma restrição, tem que haver um limite para não acabar virando uma barbárie.


heitormv11 wrote:
Em resumo, na minha opinião o problema todo é simplesmente cultural mesmo. O Japão tem muita resistência a ''mudanças" e ''invasões" de outras culturas na sua, acredito que não seja novidade também pra ninguém a resistência que alguns japoneses tem a estrangeiros. Só podemos observar o que o governo vai fazer pra mudar esse quadro por lá. Mas independente do que façam essas mudanças virão com o tempo é claro, nada vai melhorar a situação deles por "mágica" da noite pro dia.

Já que você tocou no assunto, vou aproveitar e ir um pouco mais além nele.
Realmente, existe essa resistência e acho que prejudica não só na questão da natalidade, mas no desenvolvimento de diversas áreas da sociedade japonesa. Quem conhece um pouco sobre o Japão sabe que ainda existe muitas práticas de negócios rudimentares e timidas em relação aos estrangeiros, vide a história da Nintendo no Brasil e a dificuldade deles próprios tomarem a iniciativa de exportar grandes sucessos para o exterior. Outros exemplos: Vocês não acham que um jogo como Tohou ou Fate/stay Night na Steam não iria fazer sucesso? Precisou a Sekai Project, uma startup de Los Angeles, para captar o obvio potencial das Visual Novels, não focadas no sexo, no ocidente. E é só ver também os diversos canais de relacionamentos com o ocidente que deixam a desejar. Mas felizmente é possível ver esperança em alguns pontos, como no inédito lançamento simultâneo em inglês e japonês do Visual Novel Nekopara.
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22 / M
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Posted 1/13/15

heitormv11 wrote:

O Brasil já não sofre com esse problema porque temos mão de obra de sobra, até exportamos pra falar a verdade só procurar um pouco em reportagens sobre o assunto que você acha fácil. Podemos mesmo não gostar de trabalhar mas temos capacidade pra fazer as coisas e quando fazemos é muitas vezes por ''prazer'' não por dever, claro que isso não é regra mas é uma realidade.

Em resumo, na minha opinião o problema todo é simplesmente cultural mesmo. Por exemplo, o Japão tem muita resistência a ''mudanças" e ''invasões" de outras culturas na sua, acredito que não seja novidade também pra ninguém a resistência que alguns japoneses tem a estrangeiros. E como disseram eles se preocupam por lá com coisas que por aqui, não que foi resolvido mas aprendemos a simplesmente ir ''lidando'' com as coisas as medida que elas apareçam. Só podemos observar o que o governo vai fazer pra mudar esse quadro da natalidade por lá, mas independente do que façam essas mudanças virão com o tempo é claro, nada vai melhorar a situação deles por "mágica" da noite pro dia.


Sem falar de uma coisa que não levaram em conta, o trabalho, despesas, responsabilidade, o trabalho lá não é fácil, não tem muitas ferias e muitas vezes é corrido.
Imagina você trabalha que só, não ganha lá essas coisas e ainda tem que sustentar uma mulher e um filho, já que a mulher muitas vezes para de trabalhar como foi dito na matéria, não é porque eles não querem se relacionar, parece mais que eles não querem ficar sobrecarregados, o carinha na matéria falou que ele gostava mais do jogo do que de uma mulher real porque a do jogo sempre iria amar ele, parece mais com medo de se relacionar e acabar frustrado o que ocorre muito no Japão, os japoneses são sobrecarregados em tudo desde pequenos, cobranças e mais cobranças um relacionamento muitas vezes é complicado imagina ter um filho.

Parece que é só o Japão mas não é, hoje em dia esta tão difícil sobreviver que a pessoa tem que estudar, estudar e trabalhar e acaba colocando o resto de lado, se vocês olharem bem, as famílias brasileiras de classe media, media alta e alta não estão tendo mais filhos tão sedo como antes, hoje estão pensando mais no futuro, na carreira e tudo mais, e menos em um filho, somente quando estão totalmente estabilizados que eles começam a planejar ter um filho e muitas vezes acaba tendo só 1, isso só não muda porque algumas famílias da classe media e muitas da baixa acabam tendo mais filhos do que o normal, mas se todas estivessem com o mesmo pensamento o Brasil poderia entrar no mesmo problema.
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