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Post Reply 7 costumes que os brasilerios poderiam importar do japao
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Posted 11/21/15 , edited 12/6/15
Achei interessante essa reportagem que saiu no site UOL e resolvir compartilhar com voces. ps nao nao e sair comprando cosplay. u.u.

Para os ocidentais, a disciplina e a rigidez orientais são admiráveis. Ainda assim, alguns costumes dos japoneses podem parecer, à primeira vista, estranhos para os brasileiros.

É comum vermos nos filmes os japoneses tirarem os sapatos antes de entrar em casa. Algo que, muito além de cultural, faz todo o sentido no quesito higiene. A noção de coletividade, como recolher o lixo do estádio após uma partida de futebol, é absolutamente normal e enraizada para eles. Mas deixou muitos brasileiros "chocados" durante a Copa de 2014.

Conheça abaixo alguns costumes japoneses que os brasileiros poderiam muito bem começar a seguir.


Usar máscaras hospitalares
Durante o ano todo, percebemos um grande número de pessoas que usam máscaras hospitalares no Japão, seja por causa de alergias, viroses ou resfriados. Muitos podem estranhar esse hábito, mas ele ajuda muito a proteger de doenças contagiosas.

Pano quente para limpar as mãos
No maioria dos restaurantes japoneses, é comum receber um pequeno pedaço de tecido limpo e úmido. Ele é usado para limpar as mãos antes de comer. Jamais use-o como guardanapo ou para limpar qualquer parte do rosto.

Faxina na escola
Lá na terra do sol nascente, as crianças aprendem, desde pequenas, a limpar o banheiro. A faxina é feita diariamente pelos alunos como parte da grade curricular. A partir dos seis anos de idade, tudo que os alunos sujam tem que ser limpo por eles mesmos.

Etiqueta no transporte público
No metrô e no trem, a regra é a mesma. Você deve esperar em fila e deixar primeiro que as pessoas saiam do vagão para depois entrar: um sonho aqui para os brasileiros. Por lá, a maioria entra sem empurrões. Ao utilizar os transportes públicos, os japoneses evitam ficar com mochilas nas costas e atender celulares. Pôsteres por todas as estações pedem aos passageiros para seguirem algumas regras de etiquetas e boas maneiras, ou seja, eles fazem de tudo para não incomodar a pessoa ao seu lado.

Recolher lixo no estádio
Na Copa de 2014, realizada no Brasil, os torcedores japoneses surpreenderam ao recolher o lixo do chão do estádio logo após a partida. À época do ocorrido, questionados, eles disseram que o hábito é comum no Japão.

Tirar os sapatos antes de entrar em casa
E isso vale para a própria casa e a dos outros. Esse hábito está ligado à questões culturais, como a crença de que fazendo isso eles estão deixando as "energias impuras" lá fora. Além disso, tirar os sapatos antes de entrar em casa é um gesto de respeito e higiene, pois você demonstra que não quer "sujar" aquele lugar e que tem a humildade de despir os pés para pisar ali, como se faz em um lugar sagrado.

Sem gorjetas
O ato de dar gorjeta não existe no Japão, nem para táxis, restaurantes ou serviços. Oferecer dinheiro a mais é, na verdade, um insulto; o serviço que você solicitou foi cobrado devidamente, então por quê pagar mais? Se você estiver em uma cidade grande como Tóquio, por exemplo, e não fala nada de japonês, um garçom ou balconista pode preferir aceitar dinheiro extra do que forçar a estranha situação de explicar que a gorjeta é desnecessária.

o ultima coisa a ser importada nao concordo muito com isos nao mas como la no japao e tudo inverso hahaha

No restaurante, normalmente quem paga é a mulher
Os japoneses vão com frequência a restaurantes, e na maior parte das famílias, quem paga a conta é a mulher, no caso a esposa. Por que não o marido? Este é um dos costumes mais comuns no Japão, pois quem cuida do lado financeiro na casa é a esposa! O marido entrega o salário para a esposa, e ela é quem controla os gastos mensais. Será que algum latino faz isto também?

fonte http://noticias.uol.com.br/internacional/listas/conheca-7-costumes-japoneses-que-podem-te-parecer-estranhos.htm


Luke32 
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Posted 11/21/15
Cara, que top esse ultimo costume kkkkkkk. Esses japoneses, convenhamos, estão a anos luz de nós brasileiros ;(
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Posted 11/21/15

Luke32 wrote:

Cara, que top esse ultimo costume kkkkkkk. Esses japoneses, convenhamos, estão a anos luz de nós brasileiros ;(


pois e ... sujeira vc nao acha na rua;de jeito nenhum. as pessoas nao empurram pra entrar no metro , transporte publico hiper pontual. u.u. estudantes limpam o banheiro . enfim deiferença de la e aqui ne hehehe
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Posted 11/21/15
São costumes populates e interessantes do japão que reflete a sociedade fruto de uma nação em que a educação funciona. Realmente queria muito que o Brasil tivesse metade da qualidade de educação e cidadania deles.

Porem isso não quer diser que tudo q eles fazer é necessariamente correto. Por exemplo, dos hábitos citados:

Usar mascaras hospitalares - Não lembro onde. Mas há algum tempo li numa artigo médico que a mascara hospitalar tem uma eficiência bastante questionável. Na verdade ela é bem eficiente. Mas apenas apenas quando usada corretamente. Pois como qualquer tipo de filtro de ar, ela tende a acumular sujeira, impurezas, virus e bacterias e fungos. Este acumulo, junto com a umidade e secreções da face acabam criando um ambiente perfeito para as bacterias e fungos se proliferarem mais ainda e adicionalmente a mascara acaba também transportando estes microorganismos junto com a pessoa.
Ou seja, quando usada após poucas horas, a mascara deixa de ser um filtro higiênico e se torna uma portadora e doenças. Para se tornar eficiente ela precisa ficar num ambiente semelhante ao hospitalar, onde a mascara, ao menos nas normas, é trocada sempre que se muda de paciente ou após algumas horas, e não adianta lavar, ela precisa ser esterilizada e secada ou trocada por uma nova. E infelizmente a maioria dos japoneses não sabem destas condições e acabam usando a mascara durante todo o dia e isso quando não a lavam junto com a roupa.

Pano quente para limpar as mãos - O pano quente é uma lenda. As pessoas acham que fazem um grande negocio. Mas muitas vezes ele piora a situação pois acaba também transportando doenças. Se for um pano umedecido descartável ainda vai. Mas limpeza correta antes de comer, é lavar as mão com agua corrente e sabonete, pois ambos (a aqua devido ao cloro e o sabonete devido a agentes bactericidas) são muito mais limpos e não correm o risco de transmitir doenças de pessoa a pessoa. Se tiver um álcoolzinho também é bom.

Faxina na escola - Também acho um bom habito. Mas antes precisamos acabar com a cultura do "problema não é meu" quando se fala de bens compartilhados que o brasileiro tem. A faxina na escola é na prática um resultado da postura correta que eles tem com o coletivo. Mas admito que é por ela que se começa este tipo de ensinamento. O problema aqui são os pais que acabam transportando a cultura errada para os filhos, se uma escola começa com isso, sempre vai aparecer um pai/mãe escroto dizendo "O que! Meu filho limpando escola? Eu/Governo paga os funcionário pra que?". Mais importante que isso seria uma campanha forte e extensa de conscientização de que o que é de todos é de todos e se não cuidarmos todos perdemos.

Etiqueta no transporte público - Mesma coisa do problema acima. Enquanto as pessoas não souberem se respeitar e a cultura do se dar bem em cima do outro se impor, não tem fila ou organização que funcione. Realmente precisávamos de uma boa, extensa, campanha de boas maneiras, educação e convívio para ver se lentamente fazíamos o povo criar vergonha.

Recolher lixo no estádio - Idem.

Tirar os sapatos antes de entrar em casa - Esse é um dos que acho mais legais. Pena que precisaríamos fazer ajustes em nossas casas e apartamentos. Mas como você mesmo disse gash13 é uma ótima forma de ser higiênico e demonstrar respeito ao mesmo tempo.

Sem gorjetas - Essa eu já não concordo completamente. Apesar de entender a beleza do orgulho de não aceitar uma gorjeta, a ideia de premiar um trabalho além do essencial não é ruim. O problema é que por algum motivo, aqui e em outras partes do mundo ele acabou se tornando um pagamento "obrigatório" (10%) perdendo totalmente este conceito e tornando o fornecedor de serviço numa espécie de funcionário duplamente remunerado, uma vez pela obrigação em prestar o serviço e outra por uma taxa adicional obrigatória sem nenhum sentido, como se ele fosse um intermediário contratado ou estivesse fazendo aquilo de "favor".
Talvez pra evitar esta desvirtuação da gorjeta que os japoneses acabaram logo com esse negocio.

No restaurante, normalmente quem paga é a mulher - Kkkkkk, isso já existem em muitas famílias. Minha mãe sempre pagou as contas, seja de restaurantes, seja as convencionais de casa. Apesar de que por motivos práticos mesmo. Como ela foi professora de matemática e estatística, meu pai sempre confiou os gastos a ela.

Mas não apenas em minha familia, em muitas outras famílias brasileiras, a mulher cuida das despesas da familia, é uma espécie de sub-cultura que vem da antiga cultura da mulher cuidar da casa. A medida que as mulheres vão se ocupando com trabalhos fora de casa e o cuidar da casa vai ficando em segundo plano, sendo repassando também pro marido e filhos ou para empregadas contratadas, elas acabaram muitas vezes trocando o papel de donas de casa, para donas das despesas da casa.

Mas, se não me engano, mesmo no Japão o cavalheirismo existe. Quando homens solteiros convidam mulheres pra jantar, muitos pagam a conta, faz parte da cortesia e da corte com uma mulher, quando o casal já está mais acostumado um com o outro é que começam a dividir e mais tarde quando casados que elas tomam as rédeas das contas.
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Posted 11/21/15

yuriccp wrote:

São costumes populates e interessantes do japão que reflete a sociedade fruto de uma nação em que a educação funciona. Realmente queria muito que o Brasil tivesse metade da qualidade de educação e cidadania deles.

Porem isso não quer diser que tudo q eles fazer é necessariamente correto. Por exemplo, dos hábitos citados:

Usar mascaras hospitalares - Não lembro onde. Mas há algum tempo li numa artigo médico que a mascara hospitalar tem uma eficiência bastante questionável. Na verdade ela é bem eficiente. Mas apenas apenas quando usada corretamente. Pois como qualquer tipo de filtro de ar, ela tende a acumular sujeira, impurezas, virus e bacterias e fungos. Este acumulo, junto com a umidade e secreções da face acabam criando um ambiente perfeito para as bacterias e fungos se proliferarem mais ainda e adicionalmente a mascara acaba também transportando estes microorganismos junto com a pessoa.
Ou seja, quando usada após poucas horas, a mascara deixa de ser um filtro higiênico e se torna uma portadora e doenças. Para se tornar eficiente ela precisa ficar num ambiente semelhante ao hospitalar, onde a mascara, ao menos nas normas, é trocada sempre que se muda de paciente ou após algumas horas, e não adianta lavar, ela precisa ser esterilizada e secada ou trocada por uma nova. E infelizmente a maioria dos japoneses não sabem destas condições e acabam usando a mascara durante todo o dia e isso quando não a lavam junto com a roupa.

Pano quente para limpar as mãos - O pano quente é uma lenda. As pessoas acham que fazem um grande negocio. Mas muitas vezes ele piora a situação pois acaba também transportando doenças. Se for um pano umedecido descartável ainda vai. Mas limpeza correta antes de comer, é lavar as mão com agua corrente e sabonete, pois ambos (a aqua devido ao cloro e o sabonete devido a agentes bactericidas) são muito mais limpos e não correm o risco de transmitir doenças de pessoa a pessoa. Se tiver um álcoolzinho também é bom.

Faxina na escola - Também acho um bom habito. Mas antes precisamos acabar com a cultura do "problema não é meu" quando se fala de bens compartilhados que o brasileiro tem. A faxina na escola é na prática um resultado da postura correta que eles tem com o coletivo. Mas admito que é por ela que se começa este tipo de ensinamento. O problema aqui são os pais que acabam transportando a cultura errada para os filhos, se uma escola começa com isso, sempre vai aparecer um pai/mãe escroto dizendo "O que! Meu filho limpando escola? Eu/Governo paga os funcionário pra que?". Mais importante que isso seria uma campanha forte e extensa de conscientização de que o que é de todos é de todos e se não cuidarmos todos perdemos.

Etiqueta no transporte público - Mesma coisa do problema acima. Enquanto as pessoas não souberem se respeitar e a cultura do se dar bem em cima do outro se impor, não tem fila ou organização que funcione. Realmente precisávamos de uma boa, extensa, campanha de boas maneiras, educação e convívio para ver se lentamente fazíamos o povo criar vergonha.

Recolher lixo no estádio - Idem.

Tirar os sapatos antes de entrar em casa - Esse é um dos que acho mais legais. Pena que precisaríamos fazer ajustes em nossas casas e apartamentos. Mas como você mesmo disse gash13 é uma ótima forma de ser higiênico e demonstrar respeito ao mesmo tempo.

Sem gorjetas - Essa eu já não concordo completamente. Apesar de entender a beleza do orgulho de não aceitar uma gorjeta, a ideia de premiar um trabalho além do essencial não é ruim. O problema é que por algum motivo, aqui e em outras partes do mundo ele acabou se tornando um pagamento "obrigatório" (10%) perdendo totalmente este conceito e tornando o fornecedor de serviço numa espécie de funcionário duplamente remunerado, uma vez pela obrigação em prestar o serviço e outra por uma taxa adicional obrigatória sem nenhum sentido, como se ele fosse um intermediário contratado ou estivesse fazendo aquilo de "favor".
Talvez pra evitar esta desvirtuação da gorjeta que os japoneses acabaram logo com esse negocio.

No restaurante, normalmente quem paga é a mulher - Kkkkkk, isso já existem em muitas famílias. Minha mãe sempre pagou as contas, seja de restaurantes, seja as convencionais de casa. Apesar de que por motivos práticos mesmo. Como ela foi professora de matemática e estatística, meu pai sempre confiou os gastos a ela.

Mas não apenas em minha familia, em muitas outras famílias brasileiras, a mulher cuida das despesas da familia, é uma espécie de sub-cultura que vem da antiga cultura da mulher cuidar da casa. A medida que as mulheres vão se ocupando com trabalhos fora de casa e o cuidar da casa vai ficando em segundo plano, sendo repassando também pro marido e filhos ou para empregadas contratadas, elas acabaram muitas vezes trocando o papel de donas de casa, para donas das despesas da casa.

Mas, se não me engano, mesmo no Japão o cavalheirismo existe. Quando homens solteiros convidam mulheres pra jantar, muitos pagam a conta, faz parte da cortesia e da corte com uma mulher, quando o casal já está mais acostumado um com o outro é que começam a dividir e mais tarde quando casados que elas tomam as rédeas das contas.


concordo com boa parte do que vc falou Yuri , Alias adotar coisas boas nao e vergonha nenhuma trazemos tanto exemplo ruim de fora de paises que nao traz nada de bom, agora seguir bom exemplo dos japoneses que sao um povo que temos um grande relacionamento historico com eles. isos tinha que ser prioridade. Nao atoa que o pais ta em crise social, cultural, economica, e agora educacional. alais o fracasso do nosso modelo educacional e fragante deveriamos deixar de adotar esse modelo que ta falido e seguir modelos de escolas vencedoras como do japao , coreia do sul e etc...
edubfr 
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Posted 11/22/15
Esse de etiqueta em transporte em público eu fico meio com o pé atrás, heim..

Metrôs das grandes cidades japonesas devem ser uma lata de sardinha... Sem falar daquele famoso abuso às meninas, né?
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Posted 11/22/15 , edited 11/22/15

edubfr wrote:

Esse de etiqueta em transporte em público eu fico meio com o pé atrás, heim..

Metrôs das grandes cidades japonesas devem ser uma lata de sardinha... Sem falar daquele famoso abuso às meninas, né?


abuso de mulher la no japao e crime gravissimo dependo de quantas menians vc abusar vc pega prisao perpetua. la na terra do sol nascente melhorou muito esse negocio de empurra empura nos trens. praticamente triplicou o numero de linhas no sultimos anso no japao. o que tem tido muito com esse aumento de linha de trens e acidentes de pessoas que caem das plataformas e acabam morrendo tambem tem aumentaod o numero de pessoas que suicida e que se joga da linha dos trens. rs
so pra cosntar o suicido acidental no japao ocorre por razoes obvias com aumento do numeor de trens aumentou tambem o nuemro de pessoas nas plataformas , os trens suportam a demanda mas devido a esse aumento o numero de acidentes de pessoas que cai da linha do trem ou tem pernas decepadas por um acidente na linha tambem aumenta ne rs
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31 / M / Pernambuco/Alagoas
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Posted 11/22/15
Kra, uma coisa que nunca entendi no metro. Eles bem que poderiam fazer uma "grade" automática nas estações, do tipo que subisse quando não houvesse trens, e descesse quando algum parasse na estação. De forma semelhante as cancelas de linha férrea. Só que pra pessoas e de forma inversa (fechado quando não há tem, aberto quando há).

Isso não acabaria com suicidios. Mas pelo menos diminuiria os acidentes.
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Posted 11/23/15
No meu quarteirão mora uma brasileira descendente de japoneses, que morou anos no japão, ela sai para caminhar todo dia, e vai recolhendo o lixo do chão
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28 / M / San Andreas,SP
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Posted 11/24/15 , edited 11/24/15

yuriccp wrote:

Kra, uma coisa que nunca entendi no metro. Eles bem que poderiam fazer uma "grade" automática nas estações, do tipo que subisse quando não houvesse trens, e descesse quando algum parasse na estação. De forma semelhante as cancelas de linha férrea. Só que pra pessoas e de forma inversa (fechado quando não há tem, aberto quando há).

Isso não acabaria com suicidios. Mas pelo menos diminuiria os acidentes.


Aqui em SP algumas estações de metrô tem essa "barreira" mas é de vidro e só abre quando o trem para, nem se alguém quisesse se matar conseguiria

Exemplo:


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Posted 11/24/15

yuriccp wrote:

Kra, uma coisa que nunca entendi no metro. Eles bem que poderiam fazer uma "grade" automática nas estações, do tipo que subisse quando não houvesse trens, e descesse quando algum parasse na estação. De forma semelhante as cancelas de linha férrea. Só que pra pessoas e de forma inversa (fechado quando não há tem, aberto quando há).

Isso não acabaria com suicidios. Mas pelo menos diminuiria os acidentes.


la no japao não da pra faze risos pois as estaçoes tem bem mais gente que na de são Paulo por exemplo ou seja so o peso dos passageiros encostando na grade numa possível queda de uma única , já derrubaria a grade de conteçao.. em resumo e problema a curto prazo sem solução no japao.. tinha que criar um jeito de aumentar o numero de estaçoes por la mas isso demanda algo que o japao não tem espaço .u.u
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Posted 11/24/15

dougxx wrote:

No meu quarteirão mora uma brasileira descendente de japoneses, que morou anos no japão, ela sai para caminhar todo dia, e vai recolhendo o lixo do chão


isso chama se cultura rs. aqui o varredor de rua passa joga o lixo em cima dele. muita vergonha isso.rs
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Posted 11/24/15

fleamaiden wrote:


yuriccp wrote:

Kra, uma coisa que nunca entendi no metro. Eles bem que poderiam fazer uma "grade" automática nas estações, do tipo que subisse quando não houvesse trens, e descesse quando algum parasse na estação. De forma semelhante as cancelas de linha férrea. Só que pra pessoas e de forma inversa (fechado quando não há tem, aberto quando há).

Isso não acabaria com suicidios. Mas pelo menos diminuiria os acidentes.


Aqui em SP algumas estações de metrô tem essa "barreira" mas é de vidro e só abre quando o trem para, nem se alguém quisesse se matar conseguiria

Exemplo:




acho que não resolveria muito não pois o problema do japao e o espaço então mesmo come ssa proteção não adiantaria em caso de alguém tropeçar cair de frente com essa proteção leva junto varias pesosas com ela o que faz com o peso derrubar a proteção em reusmo não adianta nada no brasi funciona proque apesar de são Paulo ser cheio ela não chegou ainda ao nível de toquio que 3 vezes mais populosa que sampa rs. de qualquer forma acho que isso reduziria as quedas e acidentes pro trem por la , mais pela questão piscicologica mesmo sensao de ta proetegido pir uma barreira rs.
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Posted 11/24/15
enfim o tópico e interessante mas polemico ao mesmo tempo rs. nem sempre oq eu funciona no japao funciona aqui e vice e versa rs.
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21 / M / paulinia
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Posted 11/24/15

gash13 wrote:


fleamaiden wrote:


yuriccp wrote:

Kra, uma coisa que nunca entendi no metro. Eles bem que poderiam fazer uma "grade" automática nas estações, do tipo que subisse quando não houvesse trens, e descesse quando algum parasse na estação. De forma semelhante as cancelas de linha férrea. Só que pra pessoas e de forma inversa (fechado quando não há tem, aberto quando há).

Isso não acabaria com suicidios. Mas pelo menos diminuiria os acidentes.


Aqui em SP algumas estações de metrô tem essa "barreira" mas é de vidro e só abre quando o trem para, nem se alguém quisesse se matar conseguiria

Exemplo:




acho que não resolveria muito não pois o problema do japao e o espaço então mesmo come ssa proteção não adiantaria em caso de alguém tropeçar cair de frente com essa proteção leva junto varias pesosas com ela o que faz com o peso derrubar a proteção em reusmo não adianta nada no brasi funciona proque apesar de são Paulo ser cheio ela não chegou ainda ao nível de toquio que 3 vezes mais populosa que sampa rs. de qualquer forma acho que isso reduziria as quedas e acidentes pro trem por la , mais pela questão piscicologica mesmo sensao de ta proetegido pir uma barreira rs.


que isso uma barreira dessa não cai assim não, elas são projetadas para aguentar o tumulto, os metros de São Paulo são dos mais modernos do mundo, até Dubai se baseou neles, o problema é que é pouco metro pra muita gente

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