Adaptação para anime do mangá de terror Uzumaki é adiada para 2021

Um pouco mais de tempo para se preparar para o horror.

 

Foi divulgado pelo Adult Swim que o anime de Uzumaki, mangá clássico de terror de Junji Ito, agora chega apenas em 2021 ao bloco. O anúncio foi feito através da divulgação de um novo vídeo para o anime, que traz o mesmo teaser mostrado ano passado. Não foram revelados motivos para o adiamento.

 

O anime tem direção de Hiroshi Nagahama (Aku no HanaMushishi), com produção feita pelo estúdio Production I.G. em parceria com o Adult Swim. A trilha sonora é de Colin Stetson, compositor canadense-americano que trabalhou no filme de terror Hereditário. Recentemente foi confirmado que, apesar da coprodução ser do estúdio Production I.G., a animação está sendo feita pelo Studio Drive.

 

Uzumaki será uma série curta com um total de quatro episódios. Confira abaixo os novos vídeos de divulgação do anime, sendo um deles a reexibição do primeiro teaser e outro uma entrevista com o diretor Hiroshi Nagahama (com legendas em inglês):

 

 

 

Uzumaki é uma obra com um total de três volumes que foi publicada no Japão entre 1998 e 1999 na revista Big Comic Spirits. Desde então, o título é venerado por muitos como um dos maiores, até mesmo o maior, mangá de terror na história. No Brasil, Uzumaki já foi publicado duas vezes, uma pela editora Conrad e outra pela Devir.

 

Kirie Goshima e Shuichi Saito vivem na pequena cidade de Kurôzu-cho, que se vê repentinamente assolada por uma estranha maldição: os seus habitantes tornam-se obcecados por objetos com a forma de espirais (conchas de caracol, remoinhos e padrões) e acabam por morrer misteriosamente. Kirie e Shuichi elaboram um plano para escapar da cidade, mas os seus esforços não têm sucesso e, ao regressar, acabam descobrindo qual é o centro da espiral. (via Devir)

 

Fonte: Anime News Network

 


Talles Queiroz (TekeEfe) é redator de notícias da Crunchyroll.pt e estudante de Letras pelo IFSP. Sofrendo por personagens 2D desde sempre, escrevendo sobre esse sofrimento desde 2013. Para surtos mais pessoais, o Twitter é TekeEfe também.

 

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